Após segundo turno, bolsa cai e dólar sobe; juros seguem pressionados

Depois do segundo turno, o Ibovespa caiu 13,9% no primeiro pregão e o dólar disparou de 4,97 para 5,38. Nove dias depois, a bolsa segue abaixo e o mercado cobra juros mais altos para financiar o Estado.

Mercado monitora confiança e política fiscal com juros e câmbio em alta

O clima de disputa política continua depois da eleição. A reação do mercado também cresce junto com a indefinição sobre a política econômica.

O governo reeleito passa a ser visto em conflito com o mercado. O texto diz que a confiança virou o ativo mais caro do Estado brasileiro.

Queda de 13,9% no Ibovespa e dólar a R$ 5,45 fecham a semana

No primeiro pregão após o segundo turno, o Ibovespa caiu 13,9%. O dólar saiu de 4,97 e chegou a 5,38 reais.

Nesse mesmo dia, o DI para janeiro de 2031 foi de 12,64% a 15,24%. Nove dias depois, a bolsa ficou 5% abaixo desse patamar, o dólar fechou a 5,45 reais e o DI de 2031 ficou em 14,99%.

Na quarta-feira 4, o Copom interrompeu os cortes e manteve a Selic em 13,75%. O texto relaciona o juro com confiança na política fiscal e risco de inflação.

Copom mantém Selic e risco fiscal pode travar crédito e investimentos

O texto diz que baixar a Selic por vontade política não resolve sozinho. A explicação é que bancos emprestam com base em confiança.

Com risco fiscal em alta, o texto afirma que o spread sobe, as garantias ficam mais duras e o crédito encolhe. A consequência citada é a chance de projetos ficarem no papel, com efeito que pode aparecer no PIB antes das pesquisas.

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