Romeu Zema não participou do primeiro debate presidencial de 2026 e, na avaliação do cientista político Elias Tavares, ele perdeu espaço de exposição. Renan Santos, por outro lado, aproveitou o confronto para gerar conteúdo para redes sociais.
Zema não aparece e perde chance de exposição no debate, diz Elias Tavares
Elias Tavares analisou, no programa Ponto de Vista, apresentado por Laísa Dall’Agnol, quem ganhou e quem perdeu no encontro.
A avaliação coloca a ausência de Zema como uma oportunidade perdida para um candidato que ainda precisa ampliar sua exposição.
Ausências de Lula, Flávio Bolsonaro e Zema entram na análise; Zema precisaria “estar ali”
Laísa destacou as ausências de Lula, Flávio Bolsonaro e Zema. Ela disse que, no caso de Lula e Flávio, a posição de destaque pode tornar a participação em debates mais arriscada.
Sobre Zema, Laísa afirmou que a situação seria diferente porque ele teria necessidade maior de aproveitar o espaço, com 2% a 3% nas pesquisas citadas no programa.
Tavares concordou e disse que Zema perdeu porque precisava estar ali. Ele falou que Lula e Flávio teriam uma “justificativa estratégica” para não comparecer porque teriam “muito mais a perder do que a ganhar”.
Renan Santos usa provocações para produzir cortes e manter presença nas redes
Na avaliação de Tavares, Renan entendeu a lógica do debate como espaço para produzir cenas que continuariam circulando depois do encerramento. Ele disse que o objetivo não seria só convencer no momento da transmissão.
Tavares também citou que postura agressiva e provocações geraram momentos que viraram conteúdo digital. Ele resumiu o saldo com “O Renan foi um dos que mais ganharam e o Zema, pela ausência, um dos que mais perderam”.
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