Em 16 de agosto, a campanha oficial para as eleições de 2026 começou com atos públicos de candidatos em várias cidades. A partir de agora, eles podem pedir voto de forma explícita e fazer propaganda eleitoral na TV, no rádio e nas redes sociais.
Largada das campanhas libera pedido de votos e propaganda na TV, rádio e redes
Mesmo com partidos e candidatos trabalhando há meses, o domingo marcou o início oficial das campanhas para 2026. Vários participantes levaram as pautas para a rua no primeiro dia.
Lula em São Bernardo, Flávio Bolsonaro em Copacabana e outros atos por segurança pública
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um evento no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. No discurso, ele falou sobre soberania nacional, enfrentamento à violência contra as mulheres, exploração de terras raras e combate ao crime organizado.
A primeira-dama Janja Lula da Silva homenageou Marisa Letícia, esposa de Lula que faleceu em 2017. No mesmo evento, ela citou o papel de mulheres em 79 que não estavam no chão da fábrica.
Flávio Bolsonaro (PL) escolheu a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para o ato. Ele tocou áudios antigos com a voz do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e disse: “Não dá para comparar o filho do Pelé com o Pelé, mas eu aceitei essa missão”.
Renan Santos (Missão) fez ato no Largo do São Francisco, com colete à prova de balas, e citou confronto com facções. Ronaldo Caiado (PSD) participou de missa e carreata no entorno do Distrito Federal e mencionou a segurança pública. Romeu Zema (Novo) começou no norte de Minas Gerais e defendeu a criação de um superpresídio na Amazônia.
Promessas e discursos citam STF e segurança pública no início da campanha
No ato em Copacabana, Flávio disse que o bolsonarismo é “o último obstáculo para que o país não vire uma ditadura”. Ele também falou que o próximo presidente vai indicar quatro ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF) e prometeu indicar “magistrados contra o aborto, contra as drogas, que não vão perseguir adversários políticos”.
No discurso, Renan Santos falou em “tingir o chão de vermelho com o sangue desses vagabundos”. Romeu Zema afirmou: “Vamos levar todos os líderes de organizações e facções criminosas”.
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