O capitão da marinha americana Victor Glover chegou à órbita lunar pilotando a nave Artemis II e, pela primeira vez na história, um homem negro vai tão longe no espaço. A missão também reúne uma mulher e dois homens brancos na equipe.
Artemis II leva Victor Glover à Lua com equipe integrada
A Nasa descreve a missão como parte de um esforço para fortalecer valores de diversidade e tolerância.
A companhia afirma que o objetivo inclui registrar o compromisso com o tratamento justo e igualitário, sem distinção de cor, raça, gênero ou outras condições.
Primeira vez na história e contexto ligado ao debate sobre racismo
O artigo cita a decisão do Supremo Tribunal Federal em julgamento de dezembro de 2025 na ADPF 973, que trata o racismo como algo estrutural e que gera exclusão e prejuízos espirituais, patrimoniais e jurídicos aos negros.
No Brasil, o texto diz que o STF determinou que o Governo Federal crie um Plano Nacional de Combate ao Racismo em 12 meses. O artigo lembra que existe um Estatuto da Igualdade Racial sancionado desde 2010 e que há leis e decretos anteriores com essa finalidade.
Ainda segundo o texto, a Nasa teria preparado e treinado a missão com foco em competência e qualificação, sem limitar oportunidades por outros critérios.
Histórico anterior de Glover e impacto simbólico na missão
Em 2020, Victor Glover já tinha feito história como piloto da missão de longa duração da Spacex na Estação Espacial Internacional.
Agora, ao orbitar a Lua, o artigo afirma que ele ajuda a construir uma nova história e um novo imaginário sobre a presença de negros em qualquer lugar, inclusive na órbita da Lua e no espaço.
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