O CGEE fez, dia 22 de abril, um workshop para atualizar um estudo prospectivo sobre terras raras no Brasil, com horizonte até 2040. O encontro reuniu pesquisadores e representantes de órgãos ligados a ciência, tecnologia e inovação.
Workshop do CGEE mira atualização do plano nacional para terras raras até 2040
O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) abriu o encontro com Anderson Gomes, diretor-presidente do CGEE.
Connie McManus e Geraldo Nunes participaram e reforçaram o papel do CGEE na articulação de conhecimento para a formulação de políticas públicas em ciência, tecnologia e inovação.
Participantes revisam desafios, cadeia produtiva e roadmap para 2026–2040
O workshop teve palestra do professor Silvio Meira, do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e da TDS Company, sobre aspectos estratégicos para o estudo.
Também participaram Osório Coelho Guimarães Neto, do Departamento de Programas de Inovação (Depin) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), além de Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra (ESG) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
O encontro retomou um tema que mobiliza o CGEE há mais de uma década. Em 2013, o CGEE publicou o estudo Usos e aplicações de terras raras no Brasil: 2012–2030, a partir de demanda do MCTI.
Relatório da ABC aponta falhas em etapas de maior valor e CGEE leva resultados à ministra e ao presidente
Segundo nota técnica da Academia Brasileira de Ciências (ABC) publicada em dezembro de 2025, o Brasil tem cerca de 23% das reservas globais de terras raras, mas não domina etapas como refino, metalurgia e fabricação de ímãs permanentes.
Anderson Gomes disse que o CGEE vai entregar os resultados à ministra Luciana Santos [MCTI] e ao presidente Lula.
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