Delegado Roberto Leão manda congelar pagamentos e auditar contratos do Instituto Rio Metrópole após prisões

O presidente interino do Instituto Rio Metrópole (IRM), delegado Roberto Leão, mandou congelar pagamentos e abriu uma auditoria em todos os contratos após a prisão de Davi Perini Vermelho, o Didê, e de integrantes da diretoria.

A medida foi publicada no Diário Oficial e atinge convênios, aditivos e ajustes em vigor.

Crise no IRM leva a “pente-fino” com congelamento de pagamentos

O delegado Roberto Leão determinou um “pente-fino” com duas ações.

Ele mandou congelar pagamentos e também fazer auditoria em todos os contratos da autarquia, depois das prisões na diretoria.

Auditoria mira contratos, convênios e suspensão de saídas financeiras

O ato criou uma auditoria extraordinária para examinar contratos, convênios, aditivos e ajustes vigentes do IRM.

O delegado também decretou a suspensão cautelar de todas as saídas financeiras para fornecedores e prestadores de serviço até a comprovação da legalidade das medições e dos valores.

A portaria abre exceção para contratos contínuos indispensáveis, fornecimento de insumos essenciais e serviços de utilidade pública como água, luz e telecomunicações.

Comissão tem 48 horas para documentos e 60 dias para relatório

A auditoria fica a cargo de uma Comissão Especial de Auditoria Contratual, liderada pela chefe de Gabinete.

Fiscais e gestores de contratos terão 48 horas para responder a requisições de documentos ou planilhas, e a comissão terá 60 dias para apresentar o relatório final, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.

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