Disputa presidencial no 2º turno acirra batalha por palanques estaduais

Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) vão disputar o 2º turno no dia 25 de outubro, com vitória apertada no primeiro turno. A diferença foi de 1,87 ponto percentual nos votos válidos, e as campanhas agora miram apoio e estrutura política nos estados.

Governadores e segundo turno nos estados viram alvo para buscar votos extras

Como o resultado ficou perto, as duas campanhas calculam de onde podem sair votos a mais.

Elas associam a busca por votos ao papel de governadores eleitos ou em disputa, que atuam como “palanques” para mobilizar partidos e eleitorado local.

Sete UFs têm segundo turno para governador e alteram a estratégia

Há sete UFs com segundo turno para governador: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins.

O senador Flávio Bolsonaro tem aliados diretos concorrendo em cinco dessas UFs, enquanto Lula conta com candidatos em quatro.

No Tocantins, nenhum dos dois tem candidato próprio, mas Flávio anunciou apoio à candidatura da Professora Dorinha (União) e aguarda reciprocidade.

São Paulo, Bahia e Minas entram no radar com resultados do 1º turno

Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio se reuniram nesta terça-feira (6) para articular apoio formal de partidos à chapa do senador.

Na Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito com 55,73% dos votos válidos. No primeiro turno presidencial, Lula fez 66,16%, e Flávio ficou com 28,55%.

Em Minas Gerais, Cleitinho Azevedo venceu com 55,4% dos votos válidos. No 1º turno presidencial, Flávio fez 48,24%, e Lula ficou com 43,32%.

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