Eduardo Bolsonaro anunciou que vai ser o primeiro suplente na chapa ao Senado liderada pelo deputado estadual André do Prado (PL). A mudança recoloca o nome dele no jogo eleitoral e mira uma vaga a partir de 2027.
Deixado de lado após problemas no STF, Eduardo retorna ao Senado com chapa de Prado
Eduardo Bolsonaro foi eleito deputado federal em 2018 e, em 2022, viu a votação cair para 741 000.
Em 2025, ele se autoexilou nos Estados Unidos e fez campanha para pressionar autoridades, em especial ministros do STF, tentando impedir a condenação do pai, Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado. O processo não impediu o desfecho e Eduardo virou réu no Supremo por obstrução de justiça.
Chapa do Senado no dia 5 de terça-feira coloca André do Prado e Guilherme Derrite no bloco
Na terça-feira 5, Eduardo disse que será o primeiro suplente na chapa ao Senado encabeçada por André do Prado (PL).
O outro postulante do bloco da direita é o ex-secretário da Segurança Pública paulista Guilherme Derrite (PP).
O plano citado no texto busca fazer Eduardo chegar ao Senado em 2027, com a nomeação de André do Prado para uma secretaria em São Paulo, caso Tarcísio seja reeleito, ou para ministro, caso Flávio Bolsonaro seja eleito presidente.
PL tem ruído interno e TSE deve decidir discussão sobre elegibilidade a partir de 12 de maio
O texto aponta resistências dentro do PL sobre a estratégia com Prado e cita nomes que ficaram no meio do caminho.
Também existe a disputa sobre a elegibilidade, já que o caso de Eduardo deve parar no TSE, que terá Nunes Marques como presidente e André Mendonça como vice, a partir de 12 de maio.
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