Enfermeira Rejane denuncia racismo e diz que foi mandada sair da cadeira em comissão no Congresso

A deputada Enfermeira Rejane voltou a denunciar racismo dentro do Congresso Nacional. Ela disse que foi mandada deixar a cadeira em um plenário de comissão, com a justificativa de que o espaço era exclusivo para deputados.

Abordagem em audiência pública da Comissão de Mulheres levou Rejane a pedir filmagens

Rejane contou que chegou para acompanhar uma audiência pública da Comissão de Mulheres.

Ela afirmou que foi abordada para deixar a cadeira que ocupava no plenário. A justificativa foi que o espaço era exclusivo para deputados.

Deputada do PCdoB diz que reação foi registrada e reclama tentativa de barrar

Rejane disse que reagiu ao que chamou de tentativa de impedir sua presença. Ela declarou: “Não foi um equívoco, foi uma tentativa de me barrar. Mas eu não vou retroceder. Respeitem as lutas das mulheres pretas desse país”.

Ela também afirmou que fez a solicitação das filmagens aos responsáveis por captar as imagens do colegiado. Se não conseguir, disse que vai acionar o presidente da Câmara, Hugo Motta, para que ele solicite os registros.

Denúncia anterior envolve elevador para parlamentares mesmo com broche de identificação

No ano passado, Rejane já havia denunciado, em fala no plenário, que era barrada constantemente no elevador destinado aos parlamentares.

Naquela ocasião, ela disse que usava broche de identificação.

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