O ex-refém do Hamas Rom Braslavski pediu a renúncia do governo de Benjamin Netanyahu e de membros do Parlamento de Israel. Ele falou em coletiva em frente ao Knesset e citou falhas que, segundo ele, levaram aos ataques de 7 de outubro de 2023.
Braslavski cobra saída de Netanyahu e abre discussão sobre erros do 7 de outubro
Braslavski foi mantido em cativeiro pelo Hamas por 738 dias em Gaza. Em frente ao Knesset, ele afirmou que sofreu fome, tortura e abusos físicos e sexuais.
O ex-refém também disse que ficou em isolamento por um longo período. Ele fez um apelo para que políticos de todo o espectro político assumam responsabilidade e saiam da vida das pessoas.
Coletiva no Knesset cita 1.200 mortos e 251 levados no ataque de 7 de outubro
No ataque de 7 de outubro de 2023, cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 foram levadas pelos radicais palestinos. Braslavski e outros membros do Conselho de Outubro contaram histórias sobre o ataque e os dias seguintes em Gaza.
Ele criticou membros do governo Netanyahu e disse que eles nunca pediram desculpas pela incompetência em prevenir a invasão e pela demora em conseguir libertar os sequestrados. Braslavski também mencionou um quadro de desnutrição, com pesando 47 quilos, e descreveu a situação em que um terrorista da Jihad Islâmica teria pulado em seu pescoço.
Pedido inclui comissão independente e eleição nacional em outubro
Braslavski demandou que parlamentares, ministros e o premiê abram uma comissão independente de inquérito. O objetivo seria investigar os erros que levaram ao 7 de outubro.
Ele fez o pedido enquanto o país se prepara para as primeiras eleições nacionais previstas para outubro desde o início da guerra em Gaza.
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