Fernanda Fialho morreu na última quinta-feira (1º), aos 29 anos. Influenciadora, escritora e palestrante, ela ganhou espaço na divulgação de conteúdos sobre autismo e neurodivergência.
Morte de Fernanda Fialho repercute entre autistas, neurodivergentes e famílias
A notícia da morte de Fernanda Fialho foi recebida com tristeza por pessoas autistas, neurodivergentes e famílias atípicas.
Fernanda reuniu mais de 177 mil seguidores em uma de suas redes sociais, onde postava conteúdos sobre autismo, neurodivergência e saúde mental.
Vereador Paulo Messina cita busca por solução e pede minuto de silêncio na Câmara do Rio
Amigo de Fernanda, o vereador Paulo Messina, pai de dois jovens autistas, fez um relato nas redes sociais com despedida em tom pessoal, citando uma “questão de interocepção do Arthur”.
O vereador também vai pedir um minuto de silêncio em homenagem a Fernanda na próxima sessão plenária da Câmara do Rio.
A causa da morte não foi divulgada. Fernanda tinha três livros publicados e deixou uma filha de 4 anos, também autista.
Livros, palestras e conteúdo na página “Para que tabu” seguem como legado
A experiência pessoal de Fernanda, incluindo diagnóstico tardio, virou tema central em seu conteúdo na página “Para que tabu”.
Ela também relatava dificuldades até conseguir atendimento e compreender melhor sua condição.
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