Filha de Clezão pede ao STF visita “humanitária” a Jair Bolsonaro em prisão domiciliar

Filha de Cleriston Pereira da Cunha, o “Clezão”, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorização para fazer uma visita “humanitária e consolatória” a Jair Bolsonaro na prisão domiciliar em Brasília. O pedido aparece depois da morte de Clezão na Papuda, em 20 de novembro de 2023.

Pedido ao STF fala em visita por causa do luto após a morte do pai

Ana Luiza Duarte da Cunha pediu a Bolsonaro uma visita breve na residência dele em Brasília. No pedido, ela diz que quer lidar com o luto pela perda do pai.

Ela afirmou que a morte deixou “marcas profundas” e descreveu um “processo de luto complexo”. O texto diz que a visita seria uma etapa para acompanhamento terapêutico e fechamento de ciclo afetivo.

Clezão morreu na Papuda e Ana Luiza diz que “o 8 de janeiro vive” nas redes

Clezão participou dos ataques do 8 de janeiro e faleceu dentro da Papuda por conta de uma parada cardiorrespiratória. A petição não menciona que Ana Luiza é candidata a deputada distrital.

No perfil das redes, ela diz que é “a deputada distrital de Flávio Bolsonaro”. Ela também usa o nome de urna “Luiza do Clezão” e escreveu: “meu pai morreu, mas o 8 de janeiro vive”.

Bolsonaro tem restrição de visitas e Ana Luiza promete não divulgar o caso

Jair Bolsonaro está proibido de receber visitas. Na última sexta, 21, Alexandre de Moraes liberou que ele volte a receber os filhos Carlos e Jair Renan.

Para tentar a visita, Ana Luiza disse que vai não conceder entrevistas, não falar do assunto nas redes sociais e não tratar com Bolsonaro de temas além dos de ordem pessoal.

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