Na convenção do MDB que definiu neutralidade na corrida presidencial, a maioria votou a favor, mas 29 filiados ficaram contra a decisão. O tema voltou à tona por causa do desejo de ter candidato próprio na disputa pelo comando do Palácio do Planalto.
Neutralidade na disputa presidencial do MDB divide votos entre filiados
Mesmo com a grande maioria apoiando a neutralidade, parte dos filiados registrou um recado durante o encontro do partido. Eles votaram contra a posição neutra adotada na corrida presidencial.
Convenção teve 380 votantes e 29 votos contra a neutralidade
Segundo o encontro, dos 380 votantes, 29 votaram contra a posição neutra. O motivo citado no texto foi a vontade de o MDB ter candidato próprio na disputa pelo comando do Palácio do Planalto.
Quatro anos atrás, a ex-ministra Simone Tebet, agora no PSB, foi a candidata do MDB. Ela é postulante ao Senado por São Paulo.
Lideranças do partido que votaram pela neutralidade disseram que o tema precisa ser discutido com foco em 2030. O presidente do MDB, o deputado federal Baleia Rossi, acenou positivamente para essa possibilidade.
Falas do partido sobre 2030 e falta de defesa de presidenciável
Participantes destacaram que ninguém fez uma defesa enfática de nenhum presidenciável. Com isso, o texto aponta que a percepção foi de que os membros do partido não queriam entrar na disputa por nenhum postulante.
O debate sobre o rumo do MDB aparece ligado ao prazo de 2030, com apoio de Baleia Rossi e comentários de lideranças que votaram pela neutralidade na convenção.
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