Flávio Bolsonaro escolheu Alfredo Gaspar como vice na chapa à presidência. A escolha coloca o foco do candidato no combate à corrupção, às fraudes e ao crime organizado.
Vice na chapa ganha força com histórico em investigações da CPMI do INSS
A aposta de Flávio recai sobre a atuação de Gaspar ligada às investigações. Ele ficou associado à CPMI do INSS e ao tema de segurança pública.
A vice de Gaspar também aparece no que Flávio não fez. O texto diz que a função poderia servir para aproximar o agronegócio, acenar ao mercado ou ajudar a articular reformas.
Gaspar cita R$ 7 bilhões em descontos e pede 216 indiciamentos na CPMI do INSS
O texto aponta que Gaspar estimou que descontos associativos e empréstimos fraudulentos tiraram mais de R$ 7 bilhões de aposentados entre 2015 e 2025. Ele pediu 216 indiciamentos na CPMI do INSS.
O relatório foi rejeitado, mas Gaspar ganhou projeção nacional como investigador. O artigo também liga sua atuação ao combate à pirataria, ao contrabando, à sonegação e à lavagem de dinheiro.
Sobre números citados por ele, o texto menciona perdas anuais de R$ 485 bilhões por causa do mercado ilegal. A matéria diz que essa cifra reúne impostos, faturamento e outros prejuízos e não representa dinheiro disponível para financiar o governo.
Daniella Marques fica com a economia e fala em ajuste de 1,5% do PIB
O texto afirma que a economia segue sob responsabilidade de Daniella Marques. Ela formula a promessa de um ajuste de 1,5% do PIB, cerca de R$ 190 bilhões.
Gaspar pode reforçar o discurso de fechar “os ralos do Estado”. O artigo diz que ele não substitui o operador necessário para negociar cortes e reformas impopulares no Congresso.
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