A sexualidade feminina muda com o envelhecimento, com alterações no corpo que afetam desejo, afeto e prazer. A ginecologista Dra. Nelly Kim Kobayashi (CRM: 129.368/ SP) explica como lidar com essas mudanças.
Vida sexual não acaba: ela muda junto com o corpo
A sexualidade é parte essencial da vida humana. Ela aparece desde a infância até a velhice e envolve desejo, afeto, prazer, intimidade e reprodução.
Com o envelhecimento, o corpo passa por mudanças. A matéria cita diminuição dos hormônios sexuais (estrogênio e testosterona), redução da lubrificação vaginal e alterações na sensibilidade.
Dra. Nelly Kim Kobayashi: envelhecer transforma a sexualidade
Segundo a ginecologista, envelhecer não apaga a sexualidade. Ela diz: “Envelhecer não apaga a sexualidade, apenas transforma a forma como ela se manifesta”.
A orientação inclui adaptar-se às novas necessidades. A matéria também destaca a exploração de formas diferentes de prazer.
Outro ponto citado é manter o diálogo com o parceiro. A ideia é ajudar a viver a sexualidade com liberdade, satisfação e plenitude.
O que fazer na prática para manter a libido com o passar dos anos
A matéria orienta buscar informação e cuidado. Ela reforça que o envelhecimento não significa o fim da vida sexual.
O próximo passo indicado é conversar com o parceiro e ajustar a rotina para atender às novas necessidades do corpo.
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