A jornalista e ativista americana Gloria Steinem morreu nesta quinta-feira, 3, aos 92 anos, informou a Gloria’s Foundation. A fundação não revelou a causa da morte.
Fundação relata morte de Gloria Steinem em casa, em Nova York
Em comunicado publicado nas redes, a Gloria’s Foundation disse que Gloria Steinem faleceu em paz em sua casa em Nova York.
A nota também mencionou que ela estava ao lado de algumas das muitas pessoas que a amavam.
Carreira começou nos anos 1960 e virou referência no debate sobre direitos das mulheres
Steinem iniciou a carreira jornalística no início da década de 1960, quando muitas mulheres ainda precisavam da permissão de seus maridos para viajar e até para abrir uma conta bancária.
Naquela época, ela escreveu uma reportagem investigativa sobre o machismo contra garçonetes que trabalhavam como “coelhinhas” no clube Playboy, em Nova York.
O despertar feminista dela aconteceu durante uma reunião em 1969, em que mulheres falaram abertamente sobre suas experiências com o aborto.
Medalha de Obama e mensagens de Hillary Clinton e Meghan Markle após a morte
Em 2013, o então presidente Barack Obama concedeu a Steinem a Medalha Presidencial da Liberdade.
Após a notícia da morte, Hillary Clinton disse que Steinem foi “uma das arquitetas de toda a estrutura da igualdade feminina” e falou também à emissora CBS sobre o ativismo dela.
Meghan Markle escreveu que celebrou a vida e o legado de sua amiga e mentora, com quem teria passado feriados quando ela e o marido deixaram os deveres reais.
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