Fernando Haddad disse em sabatina da VEJA que o Centrão foi atraído em peso para a campanha de Tarcísio de Freitas em São Paulo. Ele também comentou a disputa pela reeleição e o impacto disso na corrida eleitoral.
Haddad liga apoio de siglas ao palanque de Tarcísio e contrasta com o cenário federal
Haddad criticou a adesão de siglas de centro à campanha do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele disse que essa movimentação não aconteceu do mesmo jeito no plano federal.
O ex-ministro da Fazenda afirmou que no plano federal houve “uma neutralidade muito grande” de partidos como PSD, MDB e PP. Para ele, essa neutralidade não se repetiu no plano estadual.
Ex-ministro afirma que adversário de São Paulo fechou chapa sem apoio do Centrão e cita “matematicamente inviável” segundo turno
Haddad disse que o adversário, Tarcísio, recebe apoio direto do PP e do PL, com lideranças estaduais das duas siglas no palanque. Ele citou que o Republicanos decidiu não apoiar Flávio Bolsonaro.
Haddad também afirmou que a polarização em São Paulo torna um segundo turno “matematicamente inviável”. Ele mencionou que pesquisas de intenção de voto no estado mostram liderança de Tarcísio “com folga” e possibilidade de vitória ainda no primeiro turno.
Haddad diz que vai focar discurso em educação, segurança e saúde
Na sabatina, Haddad disse que tem um “papel” a cumprir na campanha. Ele falou que vai usar a campanha para expor ao eleitor de São Paulo a situação de áreas específicas.
Ele afirmou que quer focar o discurso em educação, segurança e saúde, que “pioraram”. Haddad também disse que a candidatura em São Paulo serve como palanque para a campanha do presidente Lula.
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