Hutis do Iêmen, apoiados pelo Irã, atacam instalações na Arábia Saudita e deixam 73 feridos

Rebeldes hutis do Iêmen, apoiados pelo Irã, atacaram o sudoeste da Arábia Saudita nesta terça-feira, 8, e deixaram 73 pessoas feridas. Entre os alvos estão instalações da Aramco e bases no entorno de Abha e Jizan.

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Os hutis, que controlam a maior parte das áreas povoadas do Iêmen, incluindo a capital, disseram que fizeram ataques com drones e mísseis.

Segundo o Ansarollah, ligado aos hutis, os rebeldes atingiram o Aeroporto Internacional de Abha, a base aérea Rei Khalid e instalações da Aramco em Abha e Jizan.

“Operação militar de grande envergadura”: Yahya Saree cita drones e mísseis

O porta-voz dos hutis, Yahya Saree, reivindicou “uma operação militar de grande envergadura e de longo alcance”, com a ajuda de “dezenas de mísseis balísticos e drones”.

Ele disse que a ação respondeu a “121 bombardeios” feitos por Riad no Iêmen nos últimos três dias.

Uma coalizão militar internacional liderada pela Arábia Saudita, aliada ao governo do Iêmen, informou que o ataque deixou 73 pessoas feridas.

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O Iêmen enfrenta um conflito há mais de uma década. O texto aponta que, nos últimos meses, o país virou uma frente entre Estados Unidos e Irã depois que os hutis romperam a trégua de 2022 com o governo iemenita.

Segundo o levantamento citado, mais de 300 combatentes e alguns civis morreram desde quinta-feira. O texto também diz que os combates retomaram na última quinta-feira após o colapso, em julho, do cessar-fogo de 2022.

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