O terceiro dia do julgamento da morte de Henry Borel começou nesta quarta-feira (27) com a oitiva do psiquiatra Rafael Bernardon. Ele analisou os autos e disse que o réu Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, demonstrou satisfação ao causar sofrimento em crianças.
Psiquiatra Rafael Bernardon faz análise dos autos e relaciona fala a “percepção e interpretação”
O psiquiatra Rafael Bernardon foi o médico convocado pela acusação para analisar os documentos do processo. Em juízo, ele disse que a análise foi feita a partir da “percepção e interpretação” após a leitura técnica do caso.
Durante a fala, a defesa de Jairinho interrompeu a oitiva. O argumento foi que a conclusão apresentada representava uma interpretação pessoal do psiquiatra.
Morte em março de 2021 na Barra da Tijuca é tema do julgamento com Monique e Jairinho como réus
O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e a mãe do menino, Monique Medeiros, respondem pela morte de Henry Borel. O crime aconteceu em março de 2021 no apartamento em que eles moravam na Barra da Tijuca (RJ).
Segundo o psiquiatra, o comportamento do réu indicaria satisfação ao causar sofrimento em crianças. O júri deve avaliar outras oitivas logo após a oitiva de Bernardon.
Júri ouve perito Luís Carlos Leal Prestes e médica Maria Cristina de Souza Azevedo ainda nesta quarta
Depois da oitiva de Rafael Bernardon, o júri vai apreciar as oitivas do perito Luís Carlos Leal Prestes. O julgamento também deve ouvir a médica Maria Cristina de Souza Azevedo ainda nesta quarta.
Com isso, o andamento segue com novas falas técnicas antes de o júri formar seu entendimento sobre as provas do caso.
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