Em 12 de setembro de 2024, o então deputado estadual Léo Vieira avisou, em reunião da CPI da Transparência na Alerj, que o presidente do Instituto Rio Metrópole, Didê, “precisava corrigir antes que fosse tarde”. Dois anos depois, o MPRJ prendeu Didê na Operação Ouroboros.
Avisos feitos na Alerj voltam com força após a Operação Ouroboros
Léo Vieira fez o pronunciamento durante reunião da CPI da Transparência na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em 12 de setembro de 2024.
No mesmo período, ele citou o Instituto Rio Metrópole e disse que o caso precisava de atenção para evitar consequências.
Operação Ouroboros prende Didê e investiga fraudes de R$ 86 milhões em contratos do IRM
O Ministério Público do Rio (MPRJ) mirou o Instituto Rio Metrópole na Operação Ouroboros, que prendeu o pivô do alerta feito em 2024: Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM.
A investigação aponta fraudes de R$ 86 milhões em contratos da autarquia estadual, com suspeita de direcionamento de licitações e desvio de verbas públicas.
Entre os citados no texto, aparecem Caroline Soares Barros, Mauricio Silva Knoploch, Amanda Íthala Santos da Paschoa, Franquis Dias Nepomuceno e Marcelo Lopes da Silva. O esquema também envolve empresas como a Engeconsult e a R. Peotta.
Léo Vieira pediu convocação de Didê na CPI, e a prisão veio na última quinta (09)
No discurso de 2024, Léo Vieira disse que fez questão de enviar mensagens de alerta a Rodrigo Abel, Nicola Miccione, André Moura e Rodrigo Bacellar.
O texto afirma que ele pediu convocação de Didê na CPI da Transparência para tentar barrar as “licitações absurdas”, incluindo um certame de R$ 98 milhões para sistemas de tecnologia.
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