Dias depois de ser reeleito em uma virada histórica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já definiu que vai atender Minas Gerais melhor do que no terceiro mandato. A ideia é ampliar espaços na Esplanada dos Ministérios por causa do papel do estado no segundo turno.
Minas deve ganhar mais pastas após decisão no segundo turno
A leitura apontada no noticiário é que Minas Gerais, tratado como um estado decisivo, teve poucos ministros no terceiro mandato. Agora, o petista quer corrigir esse quadro.
O papel definidor de Minas no segundo turno deve ajudar a abrir mais espaço para aliados na Esplanada dos Ministérios.
Alexandre Silveira, Reginaldo Lopes e Marília Campos entram na lista de nomes
Alexandre Silveira e Macaé Evaristo aparecem como os dois nomes ligados ao estado no atual momento. O texto diz que Silveira pode continuar como um dos principais auxiliares de Lula, apesar de polêmicas.
O deputado Reginaldo Lopes, que chegou a ser cotado para o Ministério do Desenvolvimento Agrário no terceiro mandato, pode receber uma pasta. A reportagem cita um compromisso já selado na eleição anterior e a atuação dele no Legislativo, com destaque para a reforma tributária e a PEC do fim da escala 6×1.
A senadora eleita Marília Campos também é lembrada, mas a avaliação citada indica que pode ser mais importante manter o nome no Senado. O texto menciona que o Senado terá uma bancada conservadora robusta.
Disputa do passado e permanência no Senado pesam nos próximos movimentos
O artigo diz que existe mágoa de Lula por Marília Campos ter se recusado a conversar sobre uma eventual candidatura ao governo de Minas. O texto registra que ela concorreria ao Senado e foi eleita.
Patrus Ananias disputou o governo pelo PT e foi derrotado por Cleitinho.
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