Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e países da Europa condenaram, em nota conjunta, supostos planos apoiados pelo Irã para matar dissidentes, jornalistas e judeus. A declaração foi divulgada nesta quarta-feira, 10, e mira ações em territórios estrangeiros.
Nota conjunta critica ataques feitos fora do Irã e diz que isso afeta a soberania
O comunicado foi publicado pelo Departamento de Estado dos EUA. O texto repudia conspirações letais e outras ações atribuídas à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã – Organização de Inteligência, Força Quds e Ministério da Inteligência e Segurança.
A nota diz que tentativas de matar, sequestrar, assediar, intimidar ou atacar pessoas em territórios estrangeiros minam a soberania nacional e as normas internacionais.
Assinantes cobrem EUA, Reino Unido e vários países europeus em declaração divulgada em 10 de julho
A declaração foi assinada por Estados Unidos, Reino Unido, Albânia, Austrália, Bélgica, Bulgária, Canadá, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Letónia, Lituânia, Países Baixos, Nova Zelândia, Macedónia do Norte, Noruega, Portugal e Suécia.
O texto foi divulgado no meio da escalada das tensões na guerra no Irã. A publicação citou a queda de um helicóptero de ataque americano perto do Estreito de Ormuz, atribuída a Teerã pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que teria ordenado uma onda de ataques em retaliação.
Trump diz em postagem que o Irã “perdeu a oportunidade” e a condenação repercute entre aliados
Em publicação na Truth Social, rede social da qual é dono, Donald Trump afirmou que o regime iraniano perdeu a oportunidade de fechar um “ótimo” acordo. Ele escreveu que “As Forças Armadas do Irã estão um completo caos”.
Na nota conjunta, os países cobram que a República Islâmica do Irão cesse as ações imediatamente. O comunicado também diz que a relação entre serviços de segurança iranianos e grupos criminosos internacionais e locais é antiga.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.