Donald Trump criou um mapa dizendo que os Estados Unidos conseguem controlar ou “influenciar” mais de 30% dos recursos em gás ou petróleo do planeta. O tema ganha força com o bloqueio naval do Estreito de Ormuz e a guerra no Irã.
Bloqueio no Estreito de Ormuz muda rotas e pressiona vendas e lucros
O petróleo a 100 dólares e os petroleiros vazios citados no texto afetam vendas, lucros e a viabilidade de um modelo econômico em outros lugares.
No caso dos Estados Unidos, a mudança aparece ligada ao bloqueio naval do Estreito de Ormuz, que responde pelo escoamento de 20% do petróleo mundial. O texto diz que navios da Marinha americana liberam ou não a passagem de petroleiros.
EUA miram influência sobre mais de 30% do petróleo e negociam rotas para o Golfo do México
O texto afirma que, além das riquezas naturais, muitos americanos atribuem a Deus a posição dos Estados Unidos de controlar ou “influenciar”, como ocorre na Venezuela pós-Maduro.
Para contornar a falta de tempo de produtores, compradores europeus e asiáticos competem. Os petroleiros que saem em maior quantidade às vezes mudam de caminho no meio do percurso, quando um comprador paga mais.
O processo de substituição de fornecedor pode levar até três meses, mesmo com “famosa flexibilidade” dos produtores americanos. O texto também cita o Catar com “seis a sete milhões de toneladas mensais de gás natural liquefeito”.
Impacto pode chegar aos preços da gasolina e do petróleo antes das eleições de novembro
O comentarista Tim Wallace, no Telegraph, diz que os Estados Unidos viraram um exportador líquido de combustíveis fósseis e que isso afeta o PIB e os lucros da indústria energética.
Ele também aponta que, apesar da vantagem, os preços subiram nos Estados Unidos e podem subir mais. O texto lembra que as eleições para o Congresso acontecem em novembro e que Trump não pode ter uma vitória democrata que limite sua liberdade de ação.
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