Na manhã desta quinta-feira (25), o deputado Carlos Minc (PSB) reclamou que só sete deputados compareceram presencialmente à sessão da Alerj, no dia seguinte da vitória da seleção brasileira sobre a Escócia.
Ele também chamou atenção para o modelo de participação remota usado pela Casa.
Minc reclama do placar e cobra limite para participação remota na Alerj
Carlos Minc, decano da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), fez uma cobrança pública sobre como a presença virtual funciona durante as votações.
O deputado disse que a presença virtual não é ilegal e pode ser necessária em casos excepcionais, mas defendeu a criação de algum tipo de limite.
Sessão discutiu Programa Bolsa-Técnico, com plenário esvaziado e condução do 7º deputado
A sessão chegou a discutir projetos, como a criação do Programa Bolsa-Técnico, voltado a treinadores de atletas de alto rendimento.
Mesmo com a pauta, o plenário teve mais cadeiras vazias do que parlamentares presentes, segundo a reclamação de Minc.
Com o esvaziamento, os trabalhos acabaram conduzidos pelo sétimo deputado na linha sucessória da Alerj, o 2° secretário da Mesa Diretora, Dr. Deodalto (PL). Além de Minc e Deodalto, estavam Dionísio Lins (PP), Lilian Behring (PCdoB), Luiz Paulo (PSD) e Val Ceasa (PRD).
Quem apareceu depois e como foi a participação virtual desde 2020
Depois da “bronca” do decano, mais parlamentares apareceram: Flávio Serafini (PSOL), Índia Armelau (PL), Rodrigo Amorim (PL), Poubel (PL) e Sarah Poncio (SDD).
Desde a pandemia de Covid-19, em 2020, a Alerj permite a participação remota em todas as sessões. Nesta quinta, entre os que participaram de forma virtual, apenas Samuel Malafaia (PL) e Tia Ju (REP) discutiram projetos por videoconferência.
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