Alexandre de Moraes votou no STF para transformar em réus três ex-integrantes da cúpula da Polícia Civil do Rio acusados de obstruir as investigações do caso Marielle Franco. O julgamento acontece na Primeira Turma e analisa denúncia da Procuradoria-Geral da República.
Julgamento na Primeira Turma do STF avalia denúncia da PGR sobre obstrução nas investigações
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes no STF, apresentou voto pelo recebimento da denúncia.
Se a maioria da Primeira Turma acompanhar Moraes, os três passam de investigados para réus no Supremo.
Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antonio de Barros Pinto respondem por associação criminosa armada
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antonio de Barros Pinto.
De acordo com a denúncia, eles respondem por associação criminosa armada e obstrução de investigação ligada a organização criminosa.
Voto cita indícios de atuação coordenada e mantém competência do STF por conexão com outros investigados
No voto, Moraes afirmou que a denúncia descreve uma suposta atuação coordenada dentro da Polícia Civil do Rio para impedir o avanço das investigações.
O ministro também reafirmou a competência do STF no caso por conexão com a ação penal envolvendo Domingos Brazão e Chiquinho Brazão, apontados pela investigação como mandantes do crime.
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