O Mossad vai passar por mudanças depois de um plano fracassado para derrubar o regime iraniano no início de uma campanha militar conjunta com os Estados Unidos. A remodulação atinge cargos ligados ao plano.
Falha em operação contra o Irã leva remanejamento no Mossad
O plano incluía uma entrada de curdos iraquianos no Irã para incentivar rebeliões locais. Ele também colocou o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad na trama após um encontro em Budapeste.
De acordo com o texto, a tentativa não deu certo e não há explicações para o que aconteceu com Ahmadinejad. Depois disso, o caso gerou clima de acusações em off.
Donald Trump não autorizou participação dos curdos e cita Recep Erdogan
O texto diz que Donald Trump deu ouvidos ao presidente da Turquia, Recep Erdogan, e não autorizou o envolvimento dos curdos no plano. A Turquia tem conflitos com a minoria étnica citada no material.
O texto afirma que o plano havia sido aprovado pelo governo israelense. Após a posse do novo diretor do Mossad, Roman Gofman, autores do plano foram retirados de cargos-topo do Diretório de Inteligência e da Divisão Iraniana.
Eleição em 27 de outubro e risco com Gaza entram no radar
O texto levanta a eleição de 27 de outubro como um ponto para avaliar o que pode acontecer com o governo de Benjamin Netanyahu. Ele cita que as pesquisas no momento estão inconclusivas.
O material aponta uma próxima crise relacionada a Israel no caminho de colisão com os Estados Unidos, por causa da divergência sobre a próxima fase em Gaza. Também menciona a fala de Netanyahu sobre o exército só sair das áreas ocupadas com a comprovação de que o Hamas está entregando as armas, não simultaneamente.
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