A OMS publicou nesta sexta-feira (29) um estudo de caso que destaca a cidade do Rio de Janeiro como referência no enfrentamento do cigarro eletrônico. O documento cita ações do município voltadas a fiscalização, prevenção, comunicação e assistência à saúde, com foco em jovens.
Estudo da OMS sai antes do Dia Mundial sem Tabaco e usa o Rio como exemplo
O estudo foi divulgado às vésperas do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio.
O material reúne ações adotadas pela prefeitura nas áreas de fiscalização, prevenção, comunicação pública e assistência à saúde.
Fiscalizações, sanções e campanha de maio a setembro de 2025 entram no relatório
A OMS lembra que há proibição no Brasil da fabricação, importação, comércio, transporte e propaganda de cigarros eletrônicos, mas os chamados vapes seguem circulando.
Segundo dados citados no estudo com base na pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, cerca de 263 mil pessoas já experimentaram cigarro eletrônico no Rio. O relatório indica ainda que aproximadamente 76 mil fazem uso regular do produto.
O documento aponta que o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio) realizou mais de 10 mil inspeções entre 2019 e setembro de 2023, com mais de 5,5 mil sanções aplicadas. O estudo também cita a digitalização das inspeções com tablets e plataforma integrada.
Tratamento gratuito existe nas 240 unidades da Atenção Primária do município
O relatório destaca a campanha do município entre maio e setembro de 2025, com ações educativas, divulgação nas ruas e mobilização nas redes sociais sobre os riscos do cigarro eletrônico.
De acordo com o estudo, a rede municipal oferece tratamento gratuito para quem quer parar de fumar em todas as 240 unidades de Atenção Primária do município.
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