Pedro Sánchez proíbe aviões dos EUA na Espanha e provoca resposta de Trump

O primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez proibiu aviões de guerra americanos de usar o espaço aéreo da Espanha para missões bélicas a partir de bases em Rota e Morón. A decisão inclui a transferência dos aviões para a Alemanha e gerou reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Proibição atinge bases americanas em Rota e Morón e desloca operações

Sánchez tomou a medida para barrar o uso do espaço aéreo em operações ligadas a “uma guerra absolutamente ilegal e absolutamente injusta”. A ministra da Defesa, Margarita Robles, usou essa frase ao comentar a ação.

Com a proibição, os aparelhos que abastecem outras aeronaves de guerra precisaram ser transferidos para bases na Alemanha.

Trump cogita sanções e diz que “não precisamos de absolutamente nada da Espanha”

Donald Trump ficou bravo com a decisão e pediu o estudo de sanções. Ele também afirmou: “não precisamos de absolutamente nada da Espanha”.

O governo espanhol ainda removeu o embaixador em Israel. O texto cita que Sánchez e “companhia” tratam a medida como parte do posicionamento contra a guerra.

O artigo menciona que a Espanha tem histórico de laços com países muçulmanos do Norte da África e árabes, que também enfrentam ataques ligados ao conflito citado no texto.

Conferência em 17 de maio e risco de escalada envolvendo Ormuz

O texto afirma que Sánchez quer fazer uma união de esquerda e planeja convidar presidentes para uma conferência no próximo 17 de maio. Entre os nomes citados estão Lula da Silva e Gustavo Petro.

As atenções, segundo o artigo, ficam na hipótese de os Estados Unidos usarem forças terrestres para tomar a ilha de Kharg e desafogar o Estreito de Ormuz, já que o Irã ameaça fazer soldados americanos de reféns. O texto também aponta a preocupação com urânio com grau de enriquecimento compatível com bombas nucleares.

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