A Polícia Federal investiga, na Operação Sem Refino 2, um esquema ligado ao ex-governador Cláudio Castro, com suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e fraudes em licenças ambientais. A apuração cita bens milionários que somariam R$ 17,8 milhões.
Operação Sem Refino 2 aponta favorecimento e rastro de patrimônio ligado a nomes do governo
Segundo a PF, o caso envolve a Refit e aponta para o favorecimento de empresas por ex-gestores do governo estadual.
Os investigadores também citam um rastro de bens milionários, que, de acordo com o relatório, pertenceriam a pessoas envolvidas na investigação.
Mansão de R$ 12 milhões, lancha de R$ 4 milhões e helicóptero de R$ 1,8 milhão aparecem em relatórios
Entre os bens citados estão uma mansão avaliada em R$ 12 milhões, uma lancha de R$ 4 milhões e um helicóptero negociado por R$ 1,8 milhão.
A PF diz que os bens estariam ligados aos nomes do ex-secretário do Ambiente Bernardo Rossi e do ex-presidente do Inea Renato Bussiere.
Em Angra dos Reis, na Costa Verde, a polícia encontrou uma lancha avaliada em cerca de R$ 4 milhões e suspeita que a embarcação pertença a Rossi e Bussiere.
Defesas negam propriedade e PF analisa documentos do escritório de Pipo
A investigação ainda analisa documentos apreendidos no escritório de advocacia de Antônio Carlos da Conceição Santos, conhecido como Pipo, onde a PF vê uma estrutura para administrar e explorar ativos.
O ex-governador Cláudio Castro disse que participou de uma comemoração em 2024 em um imóvel de terceiros e negou ser proprietário da casa. Já Bernardo Rossi negou ser proprietário do helicóptero e Renato Bussiere negou ser dono da lancha.
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