PF inicia 2ª fase da Operação Quadro Negro sobre desvio de R$ 9,6 milhões da UFF

A Polícia Federal começou a segunda fase da Operação Quadro Negro para identificar uma empresa ligada a um esquema de desvio de recursos públicos da Universidade Federal Fluminense (UFF). A investigação mira possíveis crimes que teriam gerado prejuízo aos cofres públicos em Niterói.

Operação Quadro Negro mira desvio de verbas públicas ligados à UFF em Niterói

A PF apura um suposto esquema com corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A operação diz que houve prejuízo à UFF.

Busca e apreensão em 02, documentos e HD marcam início da etapa

Agentes da Polícia Federal cumpriram nesta quinta-feira (02) um mandado de busca e apreensão na capital fluminense. A ação foi autorizada pela 2ª Vara Federal de Niterói.

Durante a operação, a PF apreendeu documentos e um disco rígido (HD). As investigações apontam que servidores, com sócios e dirigentes de empresas contratadas pela universidade, teriam autorizado pagamentos superfaturados e recebido propina por meio de empresas de fachada.

Nesta segunda fase, a PF identificou a empresa que teria virado intermediária depois do fim dos repasses feitos pela pessoa jurídica antes citada. Segundo a PF, a empresa continuou as operações ilícitas do grupo até 2018, com indícios de atividade em 2019.

Crimes investigados e continuidade apurada até 2019

Os investigados podem responder por peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A PF informa que o prejuízo estimado aos cofres públicos foi de R$ 9,6 milhões e que o esquema envolve recursos públicos destinados à UFF.

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