Um homem aparece em um vídeo conduzindo um homem negro acorrentado durante um ato em apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na Barra da Tijuca. A Polícia Civil investiga o caso e ele é sócio de empresas com mais de R$ 1 milhão em dívidas.
Investigação mira ato na Barra da Tijuca com homem acorrentado
A Polícia Civil investiga o episódio após a divulgação do vídeo. O caso ocorreu em 24 de outubro, um dia antes do segundo turno das eleições.
Sócio de duas empresas com dívidas acima de R$ 1 milhão
Segundo consulta pública ao portal Dívida Aberta, o homem é sócio da Cem Locação de Bens Móveis e Serviços Ltda. e da Top Gran Comércio de Granitos e Mármores Ltda.
A Top Gran acumula mais de R$ 666 mil em dívidas. A Cem Locação tem débitos superiores a R$ 386 mil.
Registro na Decradi e diligências em andamento
Na última terça-feira (26), a Polícia Civil confirmou que o caso foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
A corporação informou que diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias do episódio.
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