PT e PL voltaram a pedir a criação de uma CPMI do Master para o Congresso investigar o caso. A cobrança mira suspeitas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, ambos citados em desdobramentos recentes.
Congresso pode abrir CPMI do Master com foco em suspeitas e ramificações no meio político
O Banco Master virou o centro de um escândalo ligado a uma pirâmide financeira. A história envolve relações políticas e agentes públicos e privados.
Com isso, PT e PL reforçaram a ideia de uma comissão parlamentar mista de inquérito para investigar o caso Master e as ramificações políticas. Os partidos defendem a instalação imediata da CPMI.
Mensagens divulgadas e operação da Polícia Federal citam Flávio Bolsonaro e Jaques Wagner
Flávio Bolsonaro passou por constrangimento após a divulgação de mensagens para Daniel Vorcaro. Nas mensagens, ele pediu dezenas de milhões de dólares, segundo o relato, para a cinebiografia de Jair Bolsonaro.
Jaques Wagner foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última quinta-feira. A acusação é de que ele teria recebido propina para usar o mandato em benefício do Master.
Ambos negam qualquer suspeita de ilegalidade. O artigo também cita que cada lado atribuiu ao outro a associação com a megafraude em meio à polarização desde 2018.
Davi Alcolumbre diz que ninguém deve ser considerado culpado antes da condenação
O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem a prerrogativa de instalar CPIs mistas. O texto afirma que ele também pode deixar a comissão “na gaveta”.
Alcolumbre criticou a forma como o caso tem sido tratado. Ele declarou com jornalistas que “Hoje, o que tem valido é a presunção da culpa, e não presunção da inocência”. Ele pediu que se respeite o que o artigo chama de imperativo constitucional, de que ninguém pode ser considerado culpado antes de condenação com trânsito em julgado.
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