O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), relator do projeto que regulamenta a exploração de terras raras no Brasil, disse que vê a aprovação no Senado Federal nas próximas duas semanas.
Ele relacionou o atraso na tramitação à tensão política entre Davi Alcolumbre e Lula e tratou o avanço da pauta como prioridade até o fim do mandato.
Tensão entre Alcolumbre e Lula trava proposta de terras raras, diz relator
Arnaldo Jardim afirmou que o projeto não está parado por resistência ao texto.
Para ele, o congelamento na Casa ocorre por causa da tensão política entre Davi Alcolumbre e Lula.
Jardim cita reta final e diz que não vai concorrer à reeleição
O deputado disse que aposta na resolução da tensão entre o presidente do Senado e o líder máximo da nação nas próximas duas semanas.
Ele também afirmou que o projeto pode ser aprovado ainda no primeiro semestre.
Arnaldo Jardim confirmou que não vai concorrer à reeleição e disse que o quinto mandato como deputado federal será o último: “Não vou ser mais candidato, vou fazer outras atividades na vida, me dedicar à vida fora do parlamento”.
Agenda segue com PLP 100/2026, ProFert e PEC 34/2025 antes do fim do mandato
Jardim informou que vai usar a reta final do mandato para relatar e negociar matérias como o Marco Legal das Terras Raras.
Ele citou também o PLP 100/2026 (Lei de Responsabilidade Tarifária), o ProFert e a PEC 34/2025, que trata do término da dupla cobrança de impostos sobre o setor de reciclagem, e declarou: “Vou aproveitar que os meus colegas estão em campanha e eu continuo em campanha por esses projetos”.
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