O governador em exercício Ricardo Couto voltou a comentar o grupo ligado a Ricardo Magro, dono da refinaria Refit. Em entrevista ao jornal “O Globo”, ele disse que quer impedir a expansão do grupo e citou débitos de impostos.
Corte no abastecimento e disputa no setor de combustíveis no Rio
Couto afirmou que o afastamento de Magro mudou o setor de combustíveis no estado.
Ele disse que, com Magro fora do mercado, o abastecimento voltaria a ter combustível “limpo”, “não adulterado” e “sem sonegação”.
Operação da PF, prisão decretada pelo STF e Difusão Vermelha da Interpol
Em maio, Ricardo Magro foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF), teve a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e ganhou seu nome na Difusão Vermelha da Interpol.
O secretário de Fazenda, Guilherme Mercês, informou que, após a Operação Sem Refino, houve aumento de 34% na arrecadação sobre o processamento de combustíveis no último mês.
O que Couto diz que vai tentar fazer contra a Refit
Na entrevista, Couto classificou Magro como “o empresário ‘mais nocivo do Rio’”.
Ele também disse que quer trabalhar para impedir a expansão do grupo Refit, descrito como um dos maiores devedores de impostos do país.
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