Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, disse nesta segunda-feira (14) que as apurações sobre o contrato de Wi-Fi da gestão municipal no STF têm base em informações falsas. Ele afirma que esses dados teriam sido passados por um militante do PT aos investigadores.
PF no STF e apuração no caso do Wi-Fi da prefeitura viram disputa sobre origem das informações
Ricardo Nunes afirmou que as diligências não começaram por iniciativa dos órgãos de controle. Ele disse que as investigações começaram após uma representação feita por um filiado ao Partido dos Trabalhadores de Sapucaia do Sul (RS).
O prefeito disse que, depois que a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público Federal declinaram da competência, o caso foi enviado ao Ministério Público Estadual e à Polícia Civil de São Paulo. Ele acusou essas instâncias de limitar o relatório final a um “copia e cola” do relato do militante.
Nunes contesta valores do contrato e diz que site de Wi-Fi público segue outra referência
Ricardo Nunes rebateu um trecho que aponta que a Prodam cobraria 300 reais por ponto. Ele disse que “Não é verdade” e citou que o delegado deveria comparar com o contrato de Wi-Fi de área pública.
O prefeito afirmou que o parâmetro correto seria a gestão de Fernando Haddad. Ele disse que Haddad teria “pagou 6.999 reais por ponto, além de 12.000 reais para instalação por praça”.
Prefeitura vai consultar Flávio Dino sobre decisão judicial e efeitos no contrato
Ricardo Nunes disse que determinou uma consulta formal à Flávio Dino para esclarecer o alcance da decisão judicial e seus efeitos práticos sobre o contrato. Ele não detalhou os termos do procedimento.
O prefeito afirmou não se opor às apurações. Ele disse que quer que o processo sirva para “restabelecer a verdade”.
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