Seguro de vida tradicional, resgatável ou universal: entenda as diferenças e como escolher

Seguro de vida vai além da indenização e pode incluir reserva financeira e ajustes ao longo do contrato. No Brasil, especialistas comparam as opções tradicional, resgatável e o Vida Universal, que está em fase de regulação.

Modalidades de seguro de vida mudam com reserva e regras de uso ao longo do contrato

Contratar seguro de vida hoje pode envolver mais do que pagamento aos beneficiários. Algumas modalidades também passam a ter formação de reserva e espaço para mudanças durante o tempo do contrato.

De acordo com especialistas consultados, não existe uma opção única que sirva todo mundo. A escolha varia conforme orçamento, fase da vida e objetivo de quem contrata.

Como funciona cada tipo: tradicional sem reserva, resgatável com reserva e Vida Universal com fundo e regras flexíveis

No seguro de vida tradicional, o segurado paga o prêmio para transferir o risco à seguradora e garantir indenização. Essa modalidade não prevê formação de reserva financeira.

No seguro de vida resgatável, parte do valor pago fica na proteção e parte vai para formar uma reserva financeira. Quando a reserva é resgatada, a cobertura securitária é cancelada.

Já o Vida Universal funciona como um produto híbrido. Os valores pagos pelo segurado vão para um fundo que pode gerar rentabilidade, e outra parte do saldo paga as coberturas de risco.

Vida Universal ainda depende de regulamentação e pode exigir atenção extra na tributação

O Vida Universal ainda não pode ser comercializado no Brasil. A regulamentação está em andamento na Susep e no CNSP.

Em outubro de 2025, o CNSP publicou uma resolução com diretrizes gerais e classificou o produto como seguro. O próximo passo é uma norma complementar prevista para 2026, com consulta pública, e a tributação segue como ponto essencial a ser definido pela Receita Federal do Brasil.

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