Novos golpes atingiram a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, com o governo de Donald Trump aumentando tarifas de importação em 15 de julho e o ministro Alexandre de Moraes proibindo Flávio de ter contato com Jair Bolsonaro.
Os acontecimentos aumentam a pressão política e econômica sobre o senador do PL, que tenta avançar na disputa presidencial.
Tarifaço de Trump e punição de Moraes elevam a pressão sobre Flávio
Na quarta-feira 15, Donald Trump decidiu aumentar as tarifas de importação de uma lista de produtos fabricados no Brasil.
A medida deve atingir setores importantes da economia e vira tema de disputa política.
Na segunda-feira 13, Alexandre de Moraes proibiu Flávio de visitar ou manter qualquer tipo de contato com Jair Bolsonaro.
Carta lida por Flávio antes da proibição e novas confusões no clã
Dois dias antes, Flávio se reuniu com Jair Bolsonaro e depois postou um vídeo em que leu uma carta com instruções do ex-presidente.
No documento, chamado “Carta aos Brasileiros”, Flávio disse que era “um recado muito importante que ele (Bolsonaro) quer dar a toda a nossa nação”.
Alexandre de Moraes considerou que a divulgação da carta teria o aval do ex-presidente e, por isso, justificou a proibição das visitas ao pai.
Campanha oficial começa em agosto e equipe mira queda de rejeição sem perder apoio
A partir de agosto, quando começa oficialmente a campanha eleitoral, Flávio terá que lidar com a desavença no clã e com os impactos do tarifaço.
Antes da convenção partidária que vai formalizar a candidatura, a equipe orientou o senador a intensificar as críticas ao governo petista e a se apresentar como vítima de perseguição do Supremo.
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