TCE-RJ rejeita defesas e mantém cobrança de R$ 12,1 milhões da Ceperj

O TCE-RJ rejeitou as defesas da maior parte dos investigados no projeto Esporte Presente, da Fundação Ceperj com a Suderj, e manteve a cobrança de R$ 12.133.670,47.

A Corte deu 15 dias para os responsáveis devolverem o valor aos cofres estaduais em regime solidário.

Decisão do TCE-RJ mantém ressarcimento solidário após análise do projeto Esporte Presente

O Tribunal tratou do caso na tomada de contas ligada aos termos de colaboração entre a Ceperj e o Instituto Fair Play.

O projeto movimentou mais de R$ 282,8 milhões, segundo o TCE-RJ.

Irregularidades incluem liberação sem análise e notas emitidas após encerramento

Entre as falhas apontadas estão a liberação de recursos sem análise das prestações de contas anteriores, problemas na fiscalização, indícios de simulação de processos seletivos e emissão de notas fiscais por serviços e materiais pagos meses após o encerramento oficial.

A relatora Marianna Montebello Willeman registrou que os gestores públicos teriam cometido erro grosseiro por não adotar medidas básicas de controle e fiscalização.

Ex-presidente da Ceperj e outras pessoas ficam com defesas rejeitadas; acesso a documentos foi suspenso

Foram listados entre os investigados com defesas rejeitadas Gabriel Rodrigues Lopes, Daniel Félix Tavares Junior, Thiago Gama Martins Larangeira e Nathalia Emygdia de Andrade.

O TCE-RJ acolheu parcialmente defesas do Instituto Fair Play e das empresas Golden Scout e Ilumine para ajustar cobranças em duplicidade por erro material, e suspendeu a análise de documentos enviados por link do Google Drive para Ricardo Pires de Oliveira e RSB Soluções Ltda., com prazo de 15 dias para restabelecer o acesso.

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