Tereza Cristina diz que não há decisão sobre ser vice de Flávio Bolsonaro

A senadora Tereza Cristina (PP) afirmou nesta quinta-feira, 30, que “nada foi decidido” sobre ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Ela disse que a definição depende do aval da Federação União Progressista e do União Brasil.

Entenda por que a federação de partidos ainda pesa na composição da chapa

Tereza Cristina disse que aceitaria ocupar a vice-presidência de Flávio Bolsonaro, mas só com aval da Federação União Progressista.

Ela citou que ainda faltam “consultas e acertos políticos” para fechar qualquer composição.

Reunião com Flávio e participação de Ciro Nogueira e Antonio Rueda entram no cálculo

Segundo a nota da assessoria, a senadora se reuniu no dia anterior com o candidato do PL à presidência, Flávio Bolsonaro, e o tema da vice-presidência apareceu pela primeira vez no encontro.

O comunicado afirma que nada ficou definido “até porque qualquer composição de chapa depende de avaliações políticas e pessoais, além de consultas e acertos políticos”.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) acionou Ciro Nogueira para negociar o embarque da senadora e o apoio do PP à campanha de Flávio. A matéria diz que, mesmo com a intervenção do governador, o cacique não teria cedido de imediato e teria sugerido que Tereza fosse a cabeça de chapa.

PP mantém neutralidade e Tereza seguirá conversando até haver sinal da federação

O nome de Tereza Cristina é citado como cotado para vice há meses. A matéria também informa que, na semana passada, ela afirmou a Valdemar Costa Neto que não pretendia integrar a chapa de Flávio para permanecer no Senado e disputar a presidência da Casa, rivalizando com Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

O texto registra que o PP não embarcou na campanha de Flávio e que, na semana passada, Ciro Nogueira comunicou ao Zero Um que o partido ficaria neutro na disputa presidencial.

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