Levantamento do Tesouro Nacional mostra que 62 dos 92 municípios do Estado do Rio estão com nota rebaixada ou com pendências no sistema federal. Com isso, essas prefeituras perdem o direito de contrair novos empréstimos com garantia da União.
Capag funciona como o “Serasa” das contas das prefeituras
A Capacidade de Pagamento (Capag) é um indicador calculado pelo Tesouro Nacional. Ele funciona como um “score de crédito” para estados e municípios.
O Tesouro Nacional usa três frentes para avaliar cada prefeitura. Ele olha o nível de endividamento, a poupança corrente e o índice de liquidez.
Notas A e B liberam crédito; nota C, ou n.d. e n.e., bloqueiam empréstimos
No sistema, as notas vão de A (excelente) a D (crítica). Também existem as classificações n.d. (não disponível) e n.e. (não elegível) quando o município não envia dados ou tem inconsistências contábeis.
A matéria diz que só municípios com notas A e B são considerados bons pagadores. Quando a prefeitura recebe C, D, n.d. ou n.e., o Tesouro Nacional aponta que a capacidade de pagamento fica comprometida e o município perde o direito de contrair empréstimos com garantia da União.
O levantamento usa a posição de novembro de 2025. O texto informa que esse cenário não teve mudanças significativas nas prévias mais recentes de 2026.
RJ tem “Elite” com nota A e “vermelho” com 62 cidades bloqueadas
O conteúdo separa os municípios fluminenses por grupos na Capag. Ele cita Angra dos Reis, Niterói, Macaé, Maricá e Resende na lista de nota A.
Para o grupo de notas C, n.d. ou n.e., o texto aponta 62 cidades. Entre os exemplos citados estão Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Itaboraí e Petrópolis, além de municípios com n.d. e n.e. como Belford Roxo, Arraial do Cabo e Búzios.
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