Os Estados Unidos permitiram que o petroleiro russo Anatoly Kolodkin chegasse a Cuba com 100 mil toneladas de petróleo bruto. A medida foi citada como um gesto humanitário, mas a Casa Branca negou mudança na política de sanções.
Casa Branca libera atracação sem mudar política de sanções
Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a entrada do navio na ilha caribenha aconteceu com base em um “gesto humanitário”. Leavitt disse que isso não altera a política de bloqueio.
Ela afirmou que Washington vai decidir “caso a caso” a permissão para novas embarcações com petróleo bruto entrarem em portos cubanos. A porta-voz também disse que não houve mudança formal na política de sanções.
Navio chegou após saída de Primorsk em 8 de março
A Rússia informou nesta segunda-feira, 30, que o Anatoly Kolodkin chegou a Cuba transportando 100 mil toneladas de petróleo bruto. A entrada do petroleiro na ilha é a primeira desde janeiro.
O Kremlin disse que vai seguir trabalhando para enviar mais petróleo a Havana e chamou a ajuda de “um dever”. Dados de monitoramento marítimo da empresa Kpler indicam que o navio saiu do porto de Primorsk, na Rússia, em 8 de março, com cerca de 730 mil barris de petróleo.
Trump intensificou ameaças e Cuba busca combustíveis
O texto aponta que não está claro por que os EUA permitiram esse carregamento enquanto outros países foram impedidos. O artigo cita uma fala de Trump afirmando “Cuba é o próximo” em um discurso em Miami.
Segundo o conteúdo, Cuba também enfrenta apagões e perda de energia, com mais de 10 milhões de pessoas sem eletricidade. A informação relata que serviços essenciais, como hospitais e escolas, foram afetados.
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