A crise humanitária em Cuba chegou a um novo patamar com apagões prolongados, falta de alimentos e serviços públicos em colapso. A situação afeta diretamente o sistema de saúde, que segue operando no limite.
Relato diz que rotina cubana passa a ser marcada por longos apagões
De acordo com a reportagem citada, a energia virou o centro do dia a dia dos cubanos. A população enfrenta cerca de 18 horas diárias sem eletricidade.
Sem ventiladores ou ar-condicionado, moradores buscam alívio nas ruas. Para tentar reduzir as perdas, a reportagem aponta que alimentos são consumidos rapidamente e que velas, baterias e pequenos painéis solares passaram a ser usados.
Hospitais operam com falta de insumos e médicos fazem procedimentos sem anestesia
Com a crise energética atingindo hospitais e clínicas, a reportagem diz que médicos realizam procedimentos sem anestesia. A ideia é preservar os poucos insumos disponíveis para casos mais graves.
A reportagem também relata que medicamentos guardados em geladeiras correm risco de perder a validade por causa da falta de energia. O texto cita ainda que o diesel para geradores é caro e escasso.
Petróleo venezuelano teria sido interrompido e envio externo não bastaria
O agravamento da crise, segundo o relato, tem como um dos fatores a interrupção do fornecimento de petróleo venezuelano. O repórter afirma que esse petróleo era “a linha vital do regime cubano”.
A ajuda externa não teria conseguido reverter o quadro. O texto menciona envio de alimentos e equipamentos por países como México, mas aponta receio de ampliar o envio de petróleo por causa de possíveis sanções dos Estados Unidos, sob influência de Trump, além de dizer que o petróleo russo chega em volume insuficiente.
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