Defesa de Monique Medeiros pede para gato ficar em presídio no Rio

Monique Medeiros, presa desde segunda-feira (20), pediu para levar seu gato de estimação ao presídio. O pedido foi enviado à direção da penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, onde ela cumpre detenção em cela individual.

Pedido envolve bem-estar emocional em isolamento total

A defesa da professora afirmou que a presença do animal é importante para o bem-estar emocional de Monique.

Segundo a defesa, Monique segue em isolamento total em cela individual. Se a direção negar o pedido, os advogados disseram que vão recorrer à Justiça para garantir o convívio dela com o gato.

Gato Hércules vive na penitenciária e teve cuidados anteriores

O gato se chama Hércules. Ele vive na penitenciária e ficava sob os cuidados de uma policial penal antes de se aproximar de Monique durante o período em que ela esteve presa.

Quando Monique foi solta, em março, ela levou o animal para casa. Ela é acusada de homicídio por omissão no caso da morte do filho, Henry Borel, em 2021.

Monique se apresentou voluntariamente à Polícia Civil na última segunda-feira (20), após o Supremo Tribunal Federal (STF) anular a soltura dada antes pela Justiça do Rio. O julgamento do caso, com o ex-vereador Dr. Jairinho, será retomado em maio.

STF aponta demora no julgamento e Monique segue em custódia fechada

A decisão do ministro Gilmar Mendes considerou que a demora do julgamento não justifica a liberdade da ré. Ele citou que o adiamento ocorreu por conta de manobras da defesa de Jairinho.

Monique aguarda o desfecho do processo novamente em custódia fechada. Ela tem uma cela separada por determinação judicial por relatos de ameaças no cárcere.

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