Na hora de declarar previdência privada no Imposto de Renda 2026, o contribuinte precisa separar PGBL e VGBL. A ficha certa muda e os resgates também entram no cálculo do IR.
Diferença entre PGBL e VGBL muda a ficha do Imposto de Renda
A declaração de planos de previdência privada gera dúvidas e erros. Um dos motivos é que PGBL e VGBL têm tratamento tributário diferente, o que muda o preenchimento das fichas.
O tipo de plano, os aportes e os resgates ao longo do ano alteram como o contribuinte deve lançar as informações. Por isso, entender a diferença ajuda a evitar problemas com a Receita.
PGBL permite deduzir até 12% e VGBL cobra imposto só nos rendimentos
O PGBL permite deduzir as contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda. O limite fica em 12% da renda bruta tributável anual.
Esse benefício vale para quem faz a declaração completa. Com o resgate, o imposto incide sobre o valor total acumulado, incluindo contribuições e rendimentos.
O VGBL não dá desconto na declaração. No resgate, o imposto recai apenas sobre os rendimentos, e não sobre o valor total investido.
Onde lançar PGBL e VGBL e o que fazer com resgates no ano
No PGBL, os aportes entram na ficha “Pagamentos Efetuados”, com os códigos 36 ou 37, conforme o tipo de plano.
No VGBL, a declaração fica na ficha “Bens e Direitos”. O saldo acumulado em 31 de dezembro deve seguir o informe da seguradora.
Resgates feitos no ano precisam ser declarados como rendimentos. A declaração deve respeitar o regime escolhido (progressivo ou regressivo), conforme informado pela instituição financeira.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.