Lula usa alianças e cargos para reorganizar disputa de 2026, diz reportagem

Lula prepara a sétima candidatura ao Palácio do Planalto e, segundo a reportagem, usa mudanças em alianças e cargos para reduzir problemas na campanha. O texto liga decisões no Congresso e desistências em estados a planos eleitorais do presidente.

Disputa do STF, acordos e desistências no PT aparecem ligados aos planos de 2026

A matéria diz que, no primeiro mandato, Lula reagiu à descoberta do mensalão e comandou uma operação que terminou com a demissão de José Dirceu. O texto também cita 1998, quando Lula teria pedido ao PT que desistisse de candidatura própria para apoiar um nome do PDT ao governo do Rio de Janeiro.

Em 2026, a reportagem afirma que projetos de correligionários podem ser desautorizados ou suspensos se atrapalharem a renovação de mandato. A mesma lógica aparece em decisões envolvendo o Senado e a disputa por governos estaduais.

Indicação de Jorge Messias foi rejeitada no Senado e influenciou negociações com Pacheco

O texto lembra que, com a vaga no STF aberta em outubro passado, o senador Davi Alcolumbre começou uma campanha pela indicação de Jorge Messias. A matéria afirma que Lula rechaçou a sugestão de Alcolumbre e convidou Rodrigo Pacheco para disputar o governo de Minas Gerais.

Segundo a reportagem, Pacheco manteve negociações até o Senado rejeitar a indicação de Messias. Depois disso, a candidatura dele ao governo teria ficado menos provável, e Lula teria passado a cogitar alternativas.

A matéria cita que, após a administração do petista Fernando Pimentel em Minas, a opção estudada por assessores seria apoiar Alexandre Kalil (PDT). O texto também diz que, no Rio Grande do Sul, Edegar Pretto foi pressionado a desistir e apoiar Juliana Brizola (PDT), que lidera a disputa ao lado de Luciano Zucco (PL).

São Paulo tem Haddad no governo e Lula busca resposta eleitoral com medidas e encontros

A reportagem diz que Fernando Haddad vai concorrer ao governo de São Paulo contra Tarcísio de Freitas. O texto cita que Lula teria escalado um time para a eleição no estado e menciona Simone Tebet e Marina Silva como pré-candidatas ao Senado.

O texto afirma ainda que, nos três maiores colégios eleitorais, a desaprovação ao governo supera a aprovação, segundo a Genial/Quaest, com saldo negativo de 21 pontos percentuais em São Paulo, 10 em Minas e 18 no Rio de Janeiro. A matéria relata que na quinta 7 Lula se encontrou com Donald Trump e que o petista quer usar o evento na campanha.

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