A Polícia Federal informou que o Rioprevidência fez aportes em fundos ligados ao Banco Master que chegaram a quase R$ 3 bilhões, com valor quase três vezes maior do que o estimado no começo. As investigações foram abertas na operação que enviou agentes à casa de Cláudio Castro (PL), ex-governador do Rio.
PF compara valores e mostra que aportes do Rioprevidência foram além do estimado
O fundo estadual que administra aposentadorias de servidores foi citado em estimativas iniciais de R$ 970 milhões em letras financeiras suspeitas do Master.
Depois, a PF identificou novos aportes que ampliaram o total investido no período analisado.
Aportes somam R$ 3 bilhões enquanto Castro estava no governo, diz a investigação
O Rioprevidência teria confirmado o investimento entre outubro de 2023 e julho de 2024, conforme as informações mencionadas no material divulgado pela PF.
A PF apontou mais R$ 2,01 bilhões em aplicações feitas depois de julho, com recursos destinados a fundos de investimentos do mesmo banco.
Com esses valores, o total investido pelo Rioprevidência enquanto Cláudio Castro estava no governo chegou a R$ 3 bilhões, segundo as investigações.
Mandados na terça-feira e alerta do TCE-RJ antes das novas aplicações
A PF informou que ainda apura os novos gastos e cumpre dez mandados no Rio e em Brasília nesta terça para investigar o caso.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) emitiu alerta formal em outubro de 2025, proibindo o Rioprevidência de fazer novos aportes em papéis administrados pela instituição financeira.
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