Ronaldo Caiado, na chapa para a Presidência encabeçada por ele, não deve usar Gilberto Kassab como “ativo capaz de atrair votos” em materiais publicitários. A campanha trata Kassab como um nome que pode articular com o meio político e com o Congresso.
Campanha vê Kassab como articulador, não como peça de apelo popular
No planejamento da empreitada ao Palácio do Planalto, Kassab aparece como um quadro capaz de conversar com o meio político e, em seguida, com o Congresso.
O objetivo apontado é dar credibilidade a Caiado junto a parlamentares. Ainda assim, a campanha diz que Kassab não tem apelo popular.
Equipe diz que Kassab não muda o marketing e cita biografia e gestão em Goiás
O material publicitário para Caiado, segundo membros da campanha, vai focar a gestão dele à frente do governo de Goiás.
A campanha afirma que o eleitorado nacional vai conhecer Caiado pela biografia. O texto também diz que a presença de Kassab, por formar uma “chapa puro-sangue”, não acrescenta tempo de exposição em TV e rádio.
O mesmo trecho menciona que a presença de Kassab não soma junto ao eleitorado feminino.
Silvia Abravanel aparece como alternativa com foco em eleitorado feminino
A campanha diz que outro cenário seria diferente se a escolhida fosse Silvia Abravanel (PSD).
De acordo com membros da campanha, a filha do apresentador Silvio Santos teria papel central em materiais publicitários por criar um vínculo direto com o eleitorado feminino.
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