A campanha do senador Flávio Bolsonaro criticou a decisão do STF que suspendeu as visitas dele ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias. A nota foi assinada pelo coordenador da equipe, o senador Rogério Marinho.
Rogério Marinho afirma que suspensão das visitas mexe no contato familiar
Rogério Marinho diz que o ministro Alexandre de Moraes proibiu Flávio de visitar o próprio pai por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro.
Na nota, a campanha afirma que a medida é autoritária e desproporcional e que tenta tornar o ex-presidente incomunicável.
Moraes suspendeu visitas após carta de Jair Bolsonaro divulgada nas redes
Mais cedo, Alexandre de Moraes proibiu que Flávio visitasse o pai por 90 dias depois de o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro.
O ministro citou que Jair Bolsonaro desrespeitou um requisito da prisão domiciliar, que inclui não usar redes sociais próprias nem por meio de terceiros.
Na decisão, Moraes apontou que a carta foi equivalente a um pedido de voto, proibido antes do início oficial da campanha em 16 de agosto, e disse que a conduta do senador deve ser apurada pelo Ministério Público Eleitoral.
Campanha cita carta lida em transmissão no sábado e indica apuração pelo MP Eleitoral
No sábado, 11, o senador leu em transmissão nas redes sociais um documento manuscrito assinado pelo pai. O texto dizia que o momento era de “deixar de lado as possíveis diferenças” e se empenhar para a eleição de Flávio.
O ministro Alexandre de Moraes também registrou que a conduta deveria ser apurada pelo Ministério Público Eleitoral.
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