Diretor do Paraná Pesquisas diz que discurso de perseguição pode virar bandeira de Flávio Bolsonaro

A decisão que proibiu o senador Flávio Bolsonaro de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro por 90 dias pode virar parte da narrativa de perseguição na campanha. A avaliação é do diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, em entrevista ao VEJA em Foco, apresentada por Marcela Rahal.

Proibição por 90 dias pode reforçar narrativa de perseguição na pré-campanha

Segundo Hidalgo, Flávio Bolsonaro pode usar a “causa da perseguição” como bandeira na pré-campanha.

Ele disse que a adesão do público não está definida e que isso deve aparecer nas próximas pesquisas.

Notícia mantém Flávio nas redes, mas voto deve ser guiado por temas do dia a dia

Hidalgo afirmou que episódios como esse ajudam a manter o pré-candidato em evidência e a gerar assunto nas redes sociais.

Ele ponderou que o debate sobre perseguição judicial não deve ser o principal fator para decidir o eleitor.

Pesquisas citam disputa equilibrada e indicam economia, bolso, segurança e saúde como prioridades

Hidalgo disse que os levantamentos mais recentes mostram uma eleição “muito equilibrada” e cita cenário com equilíbrio entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno, dentro da margem de erro.

Ele afirmou que a pauta que vai decidir a eleição deve ser economia, o bolso do eleitor, segurança e saúde pública.

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