Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, disse que o Brasil tem setor produtivo competitivo, mas sofre com burocracia, carga tributária e tamanho do Estado. Ele citou essas bases em artigo publicado na Esfera News, a newsletter do think tank Esfera Brasil.
Zema diz que Brasil “dá certo” existe, mas aponta entraves no dia a dia das empresas
Zema afirmou que “O Brasil que dá certo já existe” e disse que resolver os problemas do país é uma tarefa simples, apesar de não ser fácil.
Ele escreveu que o combate ao crime, à corrupção e ao “custo Brasil” afeta o desempenho do país. Segundo o texto, o “custo Brasil” destrói R$ 1,7 trilhão por ano em juros, impostos e burocracia.
Propostas incluem menos ministérios, privatizações, expansão do Simples e concessões
Zema apresentou propostas para impulsionar o crescimento. Ele citou a redução do número de ministérios para cerca de 20, a privatização de estatais e a ampliação do Simples Nacional.
O ex-governador também defendeu a redução da carga tributária sobre empresas. Ele mencionou ainda a expansão de concessões e PPPs.
Zema disse que o país deve reduzir a máquina pública e concentrar a atuação do governo em áreas essenciais. Ele acrescentou: “Ao empreendedor, menos imposto e mais previsibilidade.”
Críticas citam juros acima de 14% e dificuldades para contratar e vender
No texto, Zema apontou dificuldades para quem tenta empreender no Brasil. Ele questionou: “Como é possível empreender em um país onde os juros estão acima de 14% ao ano?”
Ele também citou as defasadas leis trabalhistas para contratar. Zema ainda perguntou como vender “neste caos logístico de estradas ruins, portos sobrecarregados e ferrovias inexistentes”.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.